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quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Pintura - Reflexões

Da crítica sobre esta obra, alguém me confidenciou: Há um objeto fálico num dos personagens. Verdade ou não, nem eu mesmo sei. 
Parece-me que na arte contemporânea são infinitas as possibilidades de interpretação dependendo do ponto de vista do espectador. Reflexões sobre os incógnitos objetos da contemporaneidade.
Técnica: Óleo s/Madeira, 84cm x 1,00m, de Dionísio, Porto Alegre/RS/Brasil.

terça-feira, 14 de maio de 2013

Fotografias - Reflexões




Um ser humano desprovido de bens materiais, cujo lar é a rua. Seus fidedígnos não são seus próprios semelhantes, e sim, os bichinhos. Estes não abandonam seu amo. A riqueza material não faz parte do menu deles. Estão ligados por uma outra fonte de energia que deve ser o espírito.
O homem nas imagens está segurando as patas dos dois cães. Provavelmente é a única segurança que lhe resta na vida, pois, deve sentir o completo abandono da sociedade.
Deve existir um lugar em que o sol brilhe para todos. 
Fotos: Tiradas em julho de 2012, no Bairro Lindóia, Porto Alegre/RS/Brasil.

domingo, 21 de outubro de 2012

Fotografias - Reflexões



Há razões para crer na insensibilidade humana, por considerar-se superior na evolução das espécies em função da sua massa cinzenta. Parece ser este o paradoxo. Brutalidades de toda espécie acentuam-se na sociedade moderna. Mas, há razões para crer na nossa superação autofágica. Solidariedade com as demais espécies, apreciando sua beleza. A vida na sua origem é a mesma. Quem sabe tornaremos nossa alma mais alva. Brandas reflexões!
Fotos: Tiradas em outubro de 2012, no Parque da Redenção, Porto Alegre/RS/Brasil.

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Fotografias - Reflexões


Observando as imagens, acima, verificamos que os tonais vão variando de cor dependendo da distância ou do ângulo que expomos nossa visão. Assim caminha a humanidade e a nossa individualidade. Parece um jogo de xadrez. Peças se modificam, umas saem de cena,  outras entram e, ainda, há as que mudam no tabuleiro. Um porvir incerto. Um poema inacabado. Sim! É a vida.
Fotos: Tiradas em agosto de 2012, no Parque da Redenção, Porto Alegre/RS/Brasil.